Nesse vídeo conversamos sobre o que é a compulsão, formas de tratamento e implicações no processo de emagrecimento,
30 de jun. de 2016
Compulsão Alimentar
Nesse vídeo conversamos sobre o que é a compulsão, formas de tratamento e implicações no processo de emagrecimento,
16 de mai. de 2016
A ANSIEDADE FAZ VOCÊ COMER DEMAIS?
Assista nosso bate papo no facebook e entenda um pouco mais sobre a relação entre ansiedade e ganho de peso.
4 de abr. de 2016
FOME EMOCIONAL
29 de mar. de 2016
8 de mai. de 2014
Ansiedade e ganho de peso
A ansiedade é uma reação natural do nosso organismo diante de situações ameaçadoras. Ela é a responsável por preparar o nosso organismo para lutar ou fugir do perigo e por isso sentimos a respiração acelerada, ficamos mais atentos com pensamento rápido e uma vontade imensa de se mexer: estamos em estado de alerta máximo!
A ansiedade gera uma tensão que precisa ser aliviada, mas muitas vezes não podemos agir e toda essa tensão acumulada faz com que a gente se sinta muito mal. E é nesse momento que muita gente COME COMPULSIVAMENTE.
Comer é uma forma de lidar com a ansiedade pois ao comer podemos dar vazão àquela necessidade de ação. Às vezes, não podemos falar o que pensamos, não podemos brigar com alguém e nem mudar uma situação, mas podemos comer. E ao mastigar, engolir e fazer a digestão damos ao nosso corpo o movimento que ele estava precisando. Nesse momento, conseguimos também FUGIR das sensações ruins que estávamos sentindo.
Porém, como o conflito não deixou de existir, ao invés de melhorar acabamos AUMENTANDO a sensação de ansiedade. E se não conseguirmos lidar com isso, entraremos em um ciclo vicioso aonde a comida, que inicialmente era uma forma de nos acalmar, acaba virando o maior transtorno da nosso vida.
Uma boa experiência para esse momento é buscar quebrar o ciclo do impulso que vira ação sem a reflexão. Para isso, quando um desejo aparecer, se proponha a esperar antes de reagir. Deu vontade de comer? Espere 30 minutos e nesse tempo tente ficar com você mesmo, observando quais são as sensações do seu corpo, que sentimentos, pensamentos e lembranças aparecem. Não julgue, apenas esteja presente. Depois que esse tempo passar você decide se quer comer, mas daí vai comer com consciência, sabendo o que está fazendo, e não tomado por um impulso.
Por isso que a Psicologia busca estimular o contato consigo mesmo. Porque só assim descobrimos descobre quem somos, do que realmente precisamos e, o melhor de tudo, aprendemos a ficar com os nossos sentimentos. No momento em que aprendemos a ficar com as nossas sensações ao invés de fugir delas descobrimos que elas não são tão tenebrosas assim. Perdemos o medo e aproveitamos os sentimentos para que eles nos mostrem o caminho do que precisamos conhecer, aprender ou modificar.
Leia também: A DIETA QUE DA CERTO X A DIETA QUE DA ERRADO, DIETAS NÃO FUNCIONAM
8 de abr. de 2014
Comendo Escondido
Leia também: Dia da Mentira, Mudar dói, Diario Alimentar
11 de fev. de 2014
Dietas não funcionam
1 de jul. de 2013
Conversando sobre Transtornos Alimentares - Portal Rede TV
21 de mai. de 2011
A dieta que dá certo x A dieta que dá errado
Vamos lá!
1. Aprendizado
Se você está buscando emagrecer precisa, em primeiro lugar, adquirir conhecimento. Antes de qualquer coisa, deve descobrir o que está fazendo você engordar (o exercício do diário alimentar ajuda muito). Depois, terá que aprender como pode fazer mudanças para uma alimentação saudável e viável. Aprendizado nunca é demais e muitas informações são difíceis de serem absorvidas. Muita gente não sabe, por exemplo, que legumes como cenoura e beterraba, quando cozidos, funcionam como carboidratos, aumentando o índice glicêmico no sangue e obrigando o seu corpo a produzir mais insulina. Ou mesmo que a farinha integral é mais saudável que a refinada, porém, pode engordar da mesma forma se for ingerida em quantidade. Procure um nutricionista, leia, pergunte. Assim fica mais fácil fazer escolhas corretas.
2. Empatia
Sim, você precisa gostar do profissional que está te orientando. Quem gosta da equipe tem melhores resultados. Se não foi com a cara do seu endocrinologista, personal trainer, nutricionista, psicólogo, etc…mude.
3. Motivação
O motivo que te faz buscar o emagrecimento está diretamente relacionado com o sucesso que você terá no tratamento. Está comprovado que quem busca emagrecer porque tomou um susto com um problema de saúde tem mais sucesso do que quem busca emagrecer para ficar mais bonito. Compreender como a gordura afeta o funcionamento do seu organismo e te coloca em risco pode ajudá-lo na mudança de estilo de vida.
4. Estresse
As pessoas que estão buscando emagrecer e que acabam passando por situações estressantes tendem a abandonar o tratamento com mais facilidade. Isso acontece porque comer é uma forma de lidar com sentimentos desconfortáveis. Se você não aprender a suportar desconforto, a buscar outras formas de prazer e a acolher suas emoções terá mais chances de ganhar peso quando a vida trouxer um desafio. Invista nisso.
5. Responsabilidade
Tendemos a culpar fatores externos pelo nosso sofrimento. E, muitas vezes, situações difíceis podem até explicar o comer demais mas não nos fazem mudar. As pessoas que culpam a família, a falta de tempo, a dieta escolhida e o trabalho têm mais probabilidade de ter insucesso no tratamento afinal, mudar o mundo é muito mais difícil do que mudar a nós mesmos. Para ter sucesso na mudança do estilo de vida você precisa querer se transformar. Portanto, mude o seu jeito de pensar: você não é vítima por não poder comer tudo o que quiser. Você pode comer de tudo e pagar o preço de ganhar peso. Se você não quer engordar e por isso, abre mão de alguns prazeres, você está fazendo uma escolha e quando escolhemos, não sofremos tanto assim. Você é livre para viver a vida como quiser!
6. Mudando os conceitos
A maioria das pessoas que quer emagrecer já fez diversas dietas, emagreceu e voltou a engordar. Dentro delas existe um conceito mais ou menos assim: ou eu estou de dieta, fazendo tudo certinho, ou eu estou “apavorando”, comendo tudo o que eu não deveria comer quando estou de dieta (a famosa "jacada"). Como eu sei que já, já estarei em privação, automaticamente começo a estocar alimentos “proibidos”. Se você está de dieta e come um chocolate, entende que estragou o processo e por isso tende a comer tudo o que acha que não deveria até o fim do dia (e isso engorda). Se você busca comer de forma saudável e resolveu comer um chocolate…tudo bem. Tem dias que são mais difíceis, a gente busca um carinho e segue adiante. Não precisa fazer estoque de doce porque “amanhã não vou mais poder comer”.
Portanto, o que dá errado é justamente fazer dieta. O que precisa ser transformado é o conceito porque dieta é algo que tem começo, meio e fim, e um jeito novo de viver bem deve durar para sempre.
1 de mar. de 2011
Fome psicológica na RedeTv!

Além disso, as sensações físicas das emoções normalmente aparecem na mesma região do aparelho digestivo: travamos o maxilar quando sentimos raiva, sentimos um nó na garganta quanto estamos triste e um vazio no peito quando estamos insatisfeitos com a nossa própria vida.
Para que uma reeducação alimentar tenha sucesso é muito importante realizar um tratamento que auxilie na discriminação das sensações e no desenvolvimento de habilidades para lidar com elas.
Escrevi mais sobre esse assunto em Emoções e Obesidade
15 de dez. de 2009
Como utilizar o diário alimentar
O exercício do diário alimentar é uma ferramenta muito eficaz no tratamento para emagrecer.
Um estudo publicado no "American Journal of Preventive Medicine", demonstrou que os pacientes que possuíam um diário sobre seus hábitos alimentares perderam mais do que o dobro de peso que aqueles que não mantinham os registros: SEGREDO PARA PERDER PESO
Porém, nem sempre esse exercício parece eficaz e isso acontece por causa da forma como o utilizamos.
Deixar para anotar o que comemos no fim do dia, por exemplo, não funciona. O diário é um exercício para criar consciência e capacidade de reflexão sobre o que comemos.
Para criar consciência a anotação deve acontecer no mesmo momento ou logo em seguida da alimentação. Assim, sua atenção estará voltada completamente para a situação e você se dará conta de como come e do quanto ingere. Normalmente ficamos chocados com o que observamos e nos damos conta do quanto subestimamos a nossa forma de se alimentar. Quando um obeso diz que não compreende porque engorda, já que não come tanto, ele não está mentindo: a inconsciência faz parte do processo de comer demais e por isso esse exercício é tão valioso.
O próximo passo será desenvolver a habilidade de reflexão sobre o comportamento alimentar. Depois de um tempo anotando podemos passar para o próximo passo: anotar ANTES de comer. Assim, seremos obrigados a separar a quantidade e observá-la antes da ingestão. A maioria das pessoas que come demais refere uma sensação de falta de controle e isso acontece porque a compulsão alimentar faz parte de um padrão automático. Essa fase do exercício auxilia em muito na desconstrução desse habito automático.
Quanto mais consciência, mais auto controle.
Emoções e Obesidade
7 de dez. de 2009
Em busca do caminho mais fácil
O psicanalista belga Jean Pierre Lebrun (ENSINEM OS FILHOS A FALHAR) diz que aprender a lidar com o insucesso é fundamental para livrar-se de apuros na vida adulta e sugere que os pais ensinem os filhos a falhar.
De maneira bem simples, sem grandes e complicadas interpretações psicológicas, Lebrun explica que viver a vida exige suportar momentos de desconforto e que quando não somos treinados para isso, tendemos a buscar formas de aliviar o sofrimento.
Lebrun fala das drogas mas encontramos diversas formas de evitar a realidade quando ela é considerada dolorosa. A compulsão alimentar é apenas mais uma delas.
Ao comer demais a pessoa consegue modificar o foco do conflito para a comida e, a longo prazo, culpar o excesso de peso por todas as suas dificuldades e sofrimentos.
Tanto no consultório como na vida observo como gastamos um montão de energia tentando evitar o desconforto. Estamos sempre a procura do caminho mais fácil. Nesse percurso perdemos muito tempo tentando evitar o inevitável: não há como passar por essa vida sem suportar alguns dissabores.
No processo de emagrecimento, tanto nos tratamentos clínicos como nos cirúrgicos, encontramos casos de sucesso e casos de insucesso. O que diferencia a pessoa que consegue ter sucesso da outra que não? Diversas pesquisas vêm buscando compreender as variáveis relacionadas aos resultados dos tratamentos. A minha pesquisa de mestrado ainda não está terminada mas já consigo observar algumas diferenças entre as pessoas que tiveram ou não sucesso após a Banda Gástrica e essa diferença está na atitude.
As pessoas que tiveram bons resultados compreenderam, de diversas formas, que não existe forma de perder ou manter o peso sem suportar um certo desconforto por não comer tudo o que têm vontade. Elas aprenderam que na vida a gente não tem tudo o que quer, simples assim. As pessoas com maus resultados continuam culpando a Banda Gástrica pelo seu insucesso e insistem em buscar um novo método de emagrecimento. Essas pessoas ainda não conseguiram perceber que a potência para a transformação está dentro de cada uma de nós e não no tratamento que escolheram para emagrecer.
Nilton Bonder em "A Alma Imoral" fala do "curto caminho longo" e do "longo caminho curto" mostrando que no nosso anseio pelo caminho mais fácil muitas vezes aumentamos em muito o nosso percurso rumo ao que precisamos.
Quando os pais conseguem ensinar os filhos que o sofrimento, a frustração e a derrota fazem parte da vida, conseguem prepará-los para a realidade como ela é, evitando que eles cresçam gastando o seu tempo e a sua energia inventando formas de evitar a vida.
15 de nov. de 2009
NOVIDADES! - XI Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica
Neste último congresso o foco esteve nas cirurgias metabólicas, ou seja, as cirurgias com enfoque na resolução do diabetes tipo II.
Ao longo do tempo percebeu-se que as cirurgias bariátricas resultavam na melhora ou resolução do diabetes não apenas pelo emagrecimento, mas principalmente pelas modificações hormonais que elas causavam. A redução da grelina (hormônio responsável pela sensação de fome) e o aumento das incretinas (hormônios relacionados ao metabolismo dos nutrientes) são apontados como os responsáveis por essa melhora.
Muitos estudos foram apresentados e pesquisas estão sendo feitas para compreendermos quem se beneficiará da cirurgia e se realmente valerá operar diabéticos não obesos.
Outro tema bastante discutido foi o reganho de peso. É esperado que após o período dos primeiros dois anos as pessoas reganhem um pouco do peso que perderam ( de 2 a 7kg ou por volta de 15%). Porém, cerca de 20% dos operados acaba recuperando muito mais do que isso perdendo os benefícios da cirurgia. Cada vez mais os profissionais da área buscam compreender e desenvolver estratégias para auxiliar os pacientes na manutenção do peso. Mas o que funciona mesmo é a prevenção: a cirurgia precisa ser encarada como uma FERRAMENTA QUE AJUDA NA MODIFICAÇÃO DO ESTILO DE VIDA, ela não resolverá o problema sozinha!!
Como já escrevi em outros textos do blog (MUDAR DÓI, YES MAN!, DESENROLANDO A TERAPIA) o nosso organismo tende a ficar no padrão conhecido e sempre que tentamos mudar precisamos enfrentar uma força que vai contra o novo e a favor do velho, daquele jeito conhecido e confortável de viver. A novidade exige esforço porque é diferente. Observamos que após a cirurgia tanto o hábito de comer demais volta a se instalar (o operado começa a beliscar comidas calóricas) como o metabolismo tende a ajustar-se às mudanças gastrointestinais.
O segredo então é aproveitar os primeiros dois anos após a cirurgia para aprender um novo jeito de viver. E as pesquisas mostram: ficar perto da equipe ajuda na perda e manutenção do peso!!
12 de fev. de 2009
Crise Financeira e Psicologia
Inevitável que um psicólogo se sinta forçado a comentar a crise financeira atual. Por mais que o nosso ramo pareça distante do mundo econômico, nós lidamos com pessoas e são elas quem vivem, sentem, participam, são cúmplices ou vítimas da situação atual.
Jorge da Cunha Lima escreveu um texto brilhante na Folha de São Paulo de hoje (FOLHA OPINIÃO) e atentou para o óbvio, mas o nem sempre pensado: o mercado nada mais é do que o resultado do comportamento humano.
Com tudo o que se segue começamos a falar do mercado, do governo e do capitalismo como instâncias independentes e autônomas, deixando de perceber que elas são apenas reflexos de cada um de nós.
Acontece que o capitalismo apenas reproduz o padrão do consumo como forma de satisfação. O que encontramos no nosso organismo, natural da nossa espécie como no processo da alimentação, também pode ser reproduzido para outros campos. Consumir comida satisfaz a fome, e assim o nosso organismo aprende que consumir é uma boa idéia: dá prazer, acalma. No desenvolvimento percebemos que consumir outras coisas também alimenta e preenche vazio.
O ser humano quer, o próprio ser humano oferta. Outros seres humanos convencem de que tudo isso é essencial e inevitável. E o resto dos seres humanos consomem.
Ter que lidar com o vazio ou a insatisfação pessoal não é tarefa fácil, e nem temos treino para isso, por isso o consumo cai como uma luva, passageira, para o desconforto. Essa é apenas uma forma de viver. Mas uma forma de viver que está se demonstrando prejudicial ao corpo, aos relacionamentos e ao planeta.
Talvez seja um bom momento para experimentar uma nova forma de viver a vida!
"Não é a economia que precisa mudar, porque a economia é uma ciência, não é um dogma, nem é o mercado, esse animal com energia própria. O que precisa mudar é o comportamento da sociedade. O comportamento dos políticos e também da mídia, a propor novos desejos, compatíveis com a natureza humana, e não com os humores destrutivos da moda."
24 de nov. de 2008
Mudar dói
Quando falamos em transformação da personalidade é difícil para quem não está familiarizado com esse tipo de processo compreender os desafios de trilhar um caminho de mudança.
Poucas pessoas compreendem como a psique funciona e por isso esperam de um processo de transformação algo diferente do que experimentam.
Pela psique ser encarada como algo abstrato e intangível, tendemos a achar que ela funciona de forma diferente do resto do nosso organismo. Mas isso não é verdade. A psique faz parte do nosso organismo e funciona exatamente como todo o resto. Assim como corpo, a psique possui uma estrutura, e nela há um equilíbrio. Essa estrutura funciona de um determinado modo, por diversos fatores, e mesmo que cause dificuldades na nossa adaptação ao mundo ela está em equilíbrio. Pode ser um equilíbrio estranho, mas ainda assim é um equilíbrio.
Transformar significa mexer em um sistema que, até agora, está acostumado a funcionar de uma determinada forma e por isso, causa desconforto.
Costumo comparar o sistema psicológico ao postural. Quando sentimos dor nas costas isso acontece em consequência de como estamos nos posicionando. Se a postura causa dor, seria lógico que ao nos "endireitarmos" a dor passasse. Mas não é isso que acontece. Se "endireitar" dói. Dói porque não estamos acostumados com a postura nova , a musculatura exigida para sustentar essa nova posição ainda é frágil pois não era utilizada. Para conseguirmos modificar nossa postura precisamos fortalecer uma série de outras estruturas e mesmo assim, por um bom tempo, se relaxarmos, a antiga postura volta a tomar conta, porque é ela a mais forte por fazer parte do hábito mais antigo.
Assim, exatamente assim, funciona a psique. Como o organismo, ela se acomoda em certas posições e se ressente quando precisa se reajustar. E ela também dói, avisando que algo naquele sistema já não funciona mais e precisa ser revisto.
A dor deve ser observada como parte de um processo natural que ora pode funcionar como aviso, ora como exercício. Um momento de crise não deve ser encarado como algo a ser evitado mas sim como uma oportunidade para rever a nossa posição diante da vida.
15 de out. de 2008
Vícios
Questões neurológicas (falhas na dinâmica da dopamina ou serotonina) parecem estar presentes, mas os aspectos psicológicos são fundamentais. Uma pessoa que possui uma gama restrita de maneiras de lidar com certas situações de vida pode encontrar nesses comportamentos uma saída.
Come-se porque está feliz, triste ou preocupado. Em muitos casos não existe uma situação ou uma emoção específica que detone o comportamento, mas sim uma dificuldade em lidar com afetos de uma forma geral. Em muitos casos a pessoa que sofre com uma compulsão não aprendeu quando criança a conter ou suportar certos sentimentos. Como não foi treinada para suportar desconfortos encontra em substâncias ou objetos refúgio para o incômodo inicial. Pode ser que o vício libere uma química ou proporcione o afastamento do que realmente está incomodando, já que desvia a atenção.
Nesse sentido, o treino da contenção de afetos e a compreensão da situação incômoda são essenciais para que a pessoa consiga aprender a viver a vida de uma outra forma. Mas antes disso, a pessoa que sofre com uma compulsão precisa acreditar na sua capacidade de suportar e enfrentar sensações incômodas.
Possuímos diversos potencias que podem ser desenvolvidos ao longo da vida. É esse aspecto que torna a nossa personalidade passível de transformação.
14 de out. de 2008
Meditação
Devido ao colapso que vive o nosso modelo social podemos observar movimentos de busca por um estilo de vida diferente daquele que nos é oferecido.




